SCAP 2019 – Mesa de discussão sobre o filme A Rainha Nzinga Chegou, com Isabel Casimira, Júnia Torres, Íris Amâncio, Célia Gonçalves Souza e João Carlos Pio

Longa metragem: A Rainha Nzinga Chegou (Brasil/Angola, 2018, cor, 74 minutos), direção de Júnia Torres e Isabel Casimira Gasparino. 
 
Três gerações de rainhas e uma travessia de volta aos domínios da mítica Nzinga, às terras dos reis do Congo, aos cantos de Angola, pelos descendentes da rainha da Guarda de Moçambique Treze de Maio, Isabel Cassimira, personagem central desta história. O filme nos leva ao encontro de antigos reinos bantos com suas coroas, séquitos, guardas e cosmos singulares de religiões de matrizes africanas.
 
Mesa de Discussão:
Re-existência Afro Brasileira nas Religiões de Matriz Africana. A diversidade e a riqueza da cultura brasileira. Ressignificação e reinvenção de uma tradição africana na forma de rezar.
 
Isabel Casimira. É rainha de congo da Guarda de Moçambique Treze de Maio e rainha da Federação dos Reinados do estado de Minas Gerais. Participou do projeto Retrato, Substantivo Feminino, com exposição no SESC Ipiranga em São Paulo e em Paris em 2015.  É diretora do filme A Rainha Nzinga Chegou.
 
Júnia Torres. É documentarista e antropóloga. Integrante da Associação Filmes de Quintal, organizadora do forumdoc.bh em suas 22 edições. Filmografia: A Rainha Nzinga Chegou (co-direção Isabel Casimira, 2018); Nos olhos de Mariquinha (co-direção: Cláudia Mesquita, 2008); Aqui Favela, o Rap Representa (co-direção: Rodrigo Siqueira, 2003), vencedor de melhor pesquisa e roteiro na Mostra do Filme Etnográfico do Rio de Janeiro em 2004.
 
Íris Amâncio. Doutora em Estudos Literários/Literatura Comparada (UFMG). Pós-doutorado em Ensino de Literaturas Africanas (UFMG). Coordena o LICAFRO, Laboratório de Literaturas e Culturas Africanas e da Diáspora Negra (UFF).
 
Célia Gonçalves Souza. Jornalista, empreendedora Social da Ashoka, Coordenadora Geral do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro Brasileira – CENARAB, Makota do Centro Religioso e Cultural Afro Brasileiro Logun Edé.
 
Mediador:
João Carlos Pio
. Professor, graduado em Filosofia e mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação da PUC Minas; Membro da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário da Comunidade Quilombola dos Arturos de Contagem. Presidente do Conselho Municipal de Igualdade Racial de Contagem; Ex-Superintendente de Povos e Comunidades Tradicionais na Subsecretaria de Igualdade Racial/ Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania (2015 a 2018).

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