Empreendedorismo social com Gabriela Reis

Aula inaugural de RP trouxe debate sobre organizações inovadoras

O curso de Relações Públicas realizou, na última terça-feira, 30, Aula Inaugural com Gabriela Reis, representante e consultora da Yunus Negócios Sociais em Minas Gerais. A discussão abordou os conceitos de empreendedorismo e negócio social, visando debater formas sustentáveis de investimento.

Durante a palestra, Gabriela contou um pouco de sua trajetória e citou diversos exemplos de organizações que trabalham a partir de uma perspectiva inovadora e sustentável. “O empreendedor tradicional geralmente está voltado para questões ligadas ao mercado. O empreendedor social, por outro lado, é focado em resolver alguma questão da sociedade”, ponderou.

YUNUS

A empresa que Gabriela representa, Yunus Negócios Sociais, foi criada por Muhammad Yunus, que é considerado o inventor do microcrédito (concessão de pequenas somas de dinheiro à população de baixa renda) e dos negócios sociais. Pelas suas iniciativas, ganhou o prêmio Nobel da Paz, em 2006.

A convidada afirmou que admira Yunus não só pelas conquistas, mas principalmente por sua filosofia de vida, que sempre visou auxiliar pessoas em situações marginalizadas.

Também membro da empresa Global Shapers Belo Horizonte, a palestrante contou que sua função é auxiliar diferentes pessoas a investirem em negócios. “Não trabalho com qualquer tipo de negócio, evito os que operam em um lógica muito tradicional. Busco os que se reinventam”, ressaltou.

Para Ana Carolina Oliveira, do 6° período de Relações Públicas, o debate foi primordial para conhecer organizações inovadoras e diversos conceitos, como o de financiamento coletivo. “Adorei descobrir sobre essas propostas que, por mais que tenham um viés mercadológico, procuram prestar um serviço à sociedade”, afirmou.

PROPOSTA

Para Aléssia Franco, coordenadora de Relações Públicas, a temática do empreendedorismo social foi pensada a partir de um cenário com iniciativas que abrangem pequenos e médios investidores. “Sabemos que empreender no Brasil não é fácil. Faltam diversos incentivos, ainda mais para quem começa com pouco capital”, disse.

 

Texto originalmente publicado no Treze Informa, produzido pelo Centro de Comunicação Integrada (CCI).

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